NOTA: Ver aqui slideshow com álbum completo
Na categoria carnaval, Guarda, Teatro | Deixar um Comentário »
“Começava enfim a entrever que, fosse qual fosse o número de mortos que viesse a ver, nunca conseguiria captar a morte, esse momento preciso, no seu próprio momento. Das duas, uma: ou se está morto, e então não há de qualquer modo seja o que for a compreender, ou não se está morto ainda e, nesse caso, a própria espingarda sobre a nuca ou a corda ao pescoço é uma coisa que continua a ser incompreensível, uma pura abstracção, essa ideia absurda de que eu, o único ser vivo no mundo, possa desaparecer. Moribundos, talvez já estejamos mortos, mas nunca morremos, esse momento nunca chega, ou antes, nunca pára de chegar, ei-lo, está a chegar, e depois continua a estar a chegar, e depois já passou, sem nunca ter chegado.”
Nota: sobre a obra, recomendo a leitura de um excelente artigo de Mario Vargas Llosa.
Na categoria guerra, jonathan littel, literatura | Deixar um Comentário »




NOTA: Ver aqui slideshow do álbum completo
Na categoria carnaval, fotografia, Guarda, Teatro | Deixar um Comentário »
Na categoria eua, política | Deixar um Comentário »
Na categoria Guarda, sócrates, sociedade | Deixar um Comentário »
Na categoria desvarios, prosas | Deixar um Comentário »
“O Julgamento do Galo é uma tradição de diversas localidades portuguesas, nomeadamente do concelho da Guarda, tratando-se de um ritual de exorcismo dos males que acontecem às comunidades.O Galo é o culpado por intrigas, desavenças e demais insucessos que tiveram lugar no ano que passou, pelo que é julgado e condenado na praça pública, num ritual expiatório de purificação, no qual é renovada a esperança. O espectáculo será coordenado por Américo Rodrigues, que também assina o guião. Os textos estarão a cargo de Rui Isidro e (deste vosso criado). A concepção e construção do Galo do Entrudo estarão a cargo dos artistas plásticos Pedro Figueiredo e Albano Martins. O “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo” vai envolver as colectividades do Concelho da Guarda e contará com a participação de vários actores da região. São personagens neste espectáculo, entre outros, Augusto Gil, Alberto Dinis da Fonseca, Joaquim Chamisso, Ribeirinha e o Velho da Retaguarda, que assumirão a defesa ou a acusação do “culpado”. O juiz deste julgamento será o Rei fundador da cidade, D. Sancho I, que determinará um veredicto.O convite da autarquia à Culturguarda para a produção do espectáculo acontece no seguimento da redefinição do modelo de gestão cultural que a Câmara da Guarda se propôs implementar logo no início deste ano. A Culturguarda foi já responsável por grandes produções com a participação das colectividades e manifesta adesão popular, como o espectáculo Guarda, Paixão e Utopia, e a Evocação da Visita da Rainha Dona Amélia para comemoração do Centenário do Sanatório Sousa Martins.”
Nota: esta entrada será reposta por diversas vezes até dia 4.
Na categoria carnaval, Guarda, TMG, tradição | Deixar um Comentário »






